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16 de fevereiro de 2018

TIÃO COUTO DIZ QUE PESSOAS DE BEM PRECISAM SE MEXER SENÃO MAUS POLÍTICOS CONTINUARÃO DOMINANDO



Em entrevista na manhã dessa sexta-feira ao programa Cidade em Debate (Rádio Difusora), Tião Couto avaliou que o PSDB potiguar deixou de fazer a lição de casa diante das mudanças que a sociedade exige dos partidos políticos. “O PSDB do RN fez uma opção por permanecer velho e inerte quando o eleitor quer partidos com novas posturas e comprometidos com a ética e com a mudança”, disse Tião.

Ele confirmou que vai deixar o PSDB e definirá em breve seu rumo partidário. Segundo Tião em todos os partidos existem pessoas bem intencionadas e os maus e para separar o joio do trigo é preciso montar um projeto que sinalize uma mudança para o Estado e aceitar aqueles que querem fazer a diferença, excluindo os que pensam política apenas em proveito próprio.

O empresário mossoroense que concorreu a prefeitura de Mossoró em 2016 disse que está muito satisfeito porque hoje vê a semente plantada há dois anos frutificando em todo o Estado. “Temos hoje muito gente se envolvendo com a política no Estado todo, descruzando os braços, pessoas de bem entendendo que precisam se mexer porque senão os maus políticos vão continuar ditando os rumos do nosso Estado”.

Indagado durante a entrevista se teria algum receio de disputar a eleição deste ano enfrentando grupos poderosos e chapões dos partidos mais fortes, Tião disse que não tem medo nenhum. “quem saiu de onde eu saí, enfrentou todo tipo de adversidade, trabalhou de serviço braçal e hoje gera dois mil empregos, não vai ter medo de algo assim”.

Tião respondeu as perguntas dos ouvintes e esclareceu que entende como necessidade urgente no Rio Grande do Norte a retomada da credibilidade do Estado para atrair empresas e gerar emprego e renda. Ele defende a máquina estatal mais enxuta e ser planejada com cuidado para se tornar eficiente.

“Não dá mais para a população pagar tantos impostos e ver a ineficiência como retorno”, sentenciou.  Como lição de casa Tião aponta a urgência de sentar na mesa com todos os poderes e instituições ligadas a máquina estatal e cada um compreender que precisar enxugar e cortar para não haver disparidade entre os setores, um com muito e outros sem nada.