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10 de maio de 2017

Carlos Augusto pede agilidade na instalação do Ronda Cidadã em Parnamirim



O deputado Carlos Augusto Maia (PSD) cobrou ao Governo do Estado brevidade na instalação do projeto Ronda Cidadã em Parnamirim. O pedido, explica, é provocado pelo aumento da criminalidade no município, um dos mais importantes do RN e destaque na Região Metropolitana. De acordo com o parlamentar, a população está com medo e estabelecimentos comerciais estão fechando mais cedo na tentativa de diminuir a probabilidade de assaltos.

“Pedimos celeridade na conclusão dos estudos para que a Ronda Cidadã possa estar nas ruas e fazer essa política de proximidade e dar mais segurança à população. É isso que Parnamirim tem pedido. Os comerciantes estão insatisfeitos com a segurança pública, mesmo com o trabalho feito na cidade pelo Coronel Dimas”, disse Carlos Augusto.

Em aparte, a deputada Márcia Maia (PSDB) destacou números que exemplificam o aumento da criminalidade em todo o RN e também fez cobranças. “É importante que se invista nas políticas de prevenção: educação, cultura, esporte, trabalho. Elas podem diminuir os números da violência no RN. Além do reforço nas polícias e políticas de repreensão”, disse.

O deputado Hermano Morais (PMDB) relembrou a questão dos assaltos e explosões de agências bancárias no interior do estado. “Além do medo e insegurança, fica o prejuízo financeiro e econômico para o município. Alguns bancos não estão abrindo mais e a população gasta com transporte e corre risco por precisar estar na estrada”, citou.

Para Larissa Rosado (PSB) o Governo do Estado precisa de ações concretas na área de segurança para que as pessoas possam ter tranquilidade no dia a dia. “Espero que o governador dê condições à delegada Sheila para que ela possa reverter o quadro atual no RN”, disse se referindo a secretária de Defesa Social e Segurança Pública.

Finalizando as contribuições, o deputado George Soares (PR) destacou a “diferença de infraestrutura” entre as polícias e os criminosos. “O crime está organizado. A Polícia Civil está com menos 40% do efetivo nas ruas e a Polícia Militar está com menos homens que há 10 anos. Os números são desiguais quando se comparados aos da bandidagem, que está organizada e estruturada, enquanto nossas polícias estão sendo fragilizadas ano a ano”, disse.